VISTO SEM TER ASCENDÊNCIA JAPONESA

COMO IR E TRABALHAR NO JAPÃO SEM TER ASCENDÊNCIA JAPONESA

Existem muitas pessoas sem ascendência japonesa que sonham em trabalhar no Japão, e apesar de o processo para conseguir isso ser mais fácil para filhos e netos de japoneses, não é algo impossível, mesmo parecendo ser uma possibilidade difícil e remota de início. Assim como quase em qualquer outro país, naturalmente é preciso ter um visto que permita não apenas a permanência, mas também o trabalho no Japão. Saiba um pouco sobre dois processos de obtenção de visto para viver e atuar no outro lado do mundo sem ser descendente de japoneses.

POSSUIR QUALIFICAÇÃO E “PATROCÍNIO” DE VISTO DA EMPRESA COM A QUAL IRÁ TRABALHAR

Conseguir um visto para trabalhar no Japão sem ter antepassados japoneses não é tão simples no sentido de realizar mera solicitação sem qualquer embasamento para tirá-lo e procurar por um emprego depois de desembarcar no país. Para fazer o pedido de obtenção de visto de trabalho é necessário que exista uma empresa em solo japonês que garanta o trabalho a um profissional qualificado e de interesse no Brasil, e que ela emita o “Certificado de Elegibilidade”, um documento emitido pelo Departamento de Imigração do Japão que atesta para qual finalidade a pessoa irá ao Japão. Neste caso, assim como dita qualquer preceito básico de mercado, ter qualificação e diferencial são muito importantes porque podem ser a chave para abrir portas para conseguir um emprego no Japão e fazer com que empresas se interessem na contratação de candidatos no Brasil.

Existe um outro processo de ocorrência comum e um pouco paralelo a este, no qual o profissional desembarca no Japão com um visto de curta duração para realizar o processo seletivo e acertar a documentação com a empresa interessada, para somente depois de burocracias resolvidas e tudo acordado receber um visto apropriado para morar e atuar no país.

Antes de tentar qualquer coisa e optar por uma dessas rotas para conseguir um trabalho no Japão, é recomendável que a pessoa interessada colete o máximo de informações possíveis de antemão e se prepare para conseguir isso, seja se inteirando sobre empresas de interesse e conversando com outros estrangeiros não-descendentes que conseguiram uma colocação no país, e principalmente tentar se qualificar o quanto puder no âmbito profissional e no domínio de idiomas, principalmente quanto ao inglês e japonês.

VISTOS NOVOS DE “HABILIDADE ESPECÍFICA”

Em abril de 2019 passaram a ser implentados pelo governo japonês dois novos tipos de visto que possibilitam aos estrangeiros não-descendentes de japoneses trabalhar no Japão caso possuam qualificações para atuar nas áreas de demanda.

O novo visto de “habilidade específica” é categorizado como “número 1” e “número 2”, e a concessão de um ou outro depende principalmente do nível de experiência na área de atuação que falta mão de obra. O primeiro visto, de duração de no máximo 5 anos, é concedido para quem tem um experiência de trabalho satisfatória na área e não permite ao portador do visto ir junto com a família ao Japão; já o segundo é uma extensão do primeiro, não possui limite de estadia (apesar de precisar ser renovado dentro de um determinado período, de 1 a 3 anos) e é um visto destinado a pessoas com larga experiência e que conseguiram obter um maior nível de especialização na área atuante, além de permitir que a família do estrangeiro more junto com ele no país.

As áreas com escassez de trabalhadores e que estão passando pelo processo de aceitar estrangeiros com este tipo de visto somam em torno de 14 no total, dentre elas os setores de agricultura, pesca, silvicultura, construção, cuidados para com idosos, hotelaria, restaurantes e afins. Para obter estes tipos de visto é necessário passar por uma prova técnica específica e ter um domínio mínimo na língua japonesa a nível de conversação básica. Estrangeiros que possuem o visto “número 1” recebem um suporte financeiro para aprimorar o nível de conhecimento do idioma.

O governo japonês garante que o salário destes empregos com falta de mão de obra é o mesmo pago aos japoneses que atuam nessas áreas. A escassez de trabalhadores é um grande problema para o Japão, mas mesmo com a disponibilidade destes novos vistos o processo de entrada no país foi endurecido para um controle mais efetivo sobre os estrangeiros que imigram.

POSICIONAMENTO DA SANKYO

Conformidade com as leis e normas sociais

Atualmente, a SANKYO não tem estrutura e Know-how satisfatório para dar suporte e assistência para pessoas sem ascendência japonesa. Seguimos não só as leis e regulamentos estabelecidos, mas também respeitamos o princípio ético e moral, antecipando às futuras normas legais, agindo de acordo com o código de ética corporativo. Trabalhamos exclusivamente como pessoas com ascendência e seus cônjuges para colocação em empresas manufatureiras no Japão.

 

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